Restaurante Frankie Hot Dogs

Restaurante Frankie Hot Dogs

Sexta feiraaa meu povo!!! E é dia de que? De escolher os lugares onde vamos comer nesse fim de semana…porque comer é vida não é mesmo?! A dica mara de hoje é o restaurante Frankie Hot Dogs. 

Um lugar bem rústico, com uma comida bem temperada e o preço baixo que cabe nos nossos bolsos.

O Frankie é super badalado e conseguir uma mesa requer alguns minutos na fila, nada muito exagerado e que acaba por valer a pena. Tas a ver?

Mas se você acha que vai chegar lá e encontrar o típico hot dog, de pão com salcicha e batata palha, está muito enganado. No menu do Frankie tem várias opções de hot dog com as composições mais diferentes que puder imaginar.

Em algumas unidades do Frankie o menu chega a ser diferente, então não se assuste se o que vir em um não tiver em outro, aproveite para experimentar uma nova opção.

Os meus preferidos são o Tuga e a batata frita Frankie. A cada vez que visito o restaurante, experimento um hot dog diferente. 

                     

A decoração do Frankie é um caso de amor a parte, ainda mais para mim que reparo muito o estilo do lugar. Todo revestido por madeira, luzes baixas e painel de bebidas no bar. Me lembra muito as hamburguerias de filmes americanos.

O primeiro restaurante do Frankie em Lisboa foi inaugurado em 2015 e hoje já conta com duas unidades em Lisboa, uma no Porto e a ultima em Braga. Indico muito e o atendimento também é excelente, apesar da ultima vez que fui não ter gostado tanto assim, mas no geral é nota 10!

Se você já conhece o Frankie me conta qual seu hot dog preferido? 

E se você ainda não foi, não perca a oportunidade de ir e depois me conta o que achou.

Até a próxima 😉

Palácio Alverca, a famosa Casa do Alentejo

Palácio Alverca, a famosa Casa do Alentejo

No ultimo domingo fui, finalmente, conhecer o Palácio Alverca, a famosa Casa do Alentejo. Porque sempre aparecia fotos do pátio de entrada no meu feed do instagram, e eu pensava, preciso conhecer esse lugar.

E agora sim, posso falar dele pra vocês. Confira o post e as fotos na galeria.

O Palácio fica localizado no centro de Lisboa e nem todo mundo sabe disso, e acima de tudo, é super fácil de chegar. Ao sair do metro Rossio, localizado na linha verde, andamos 5 minutos, finalmente, já estavamos na porta do Pálacio Alverca.

Primeiro de tudo, logo na entrada já fiquei admirada com tanto detalhe na construção neo-arabe e nas cores escolhidas para representar o Alentejo. Fiquei uns bons minutos ali observando tudo, e claro, tirando fotos.

A construção do palácio é do século XVII, mas o traçado atual é de 1914 e feito pelo arquiteto Silva Junior. O azuleijo combina perfeitamente com a pintura e foram feitos por Jorge Colaço. 

O Palácio Alverca já foi conhecido como o Casino Majestic Club, em 1919. Era um lugar luxuoso e elitista, acima de tudo, frequentado somente pelos sócios membros da alta sociedade lisboeta. Devido a revolução de 1945, que a Casa do Alentejo, passou a ser ainda mais popular e aberta a todos os visitantes.

O nome Casa do Alentejo, veio da  Associação Regionalista Alentejana, que foi organizada para reunir os migrantes alentejanos que viviam em Lisboa. A associação promove trabalhos para divulgar e preservar a cultura alentejana, a comida e o vinho. Realizando apresentações de livros, sessões de poesia, exposições temporárias, conferências temáticas, semanas gastronómicas e muito mais. Para saber mais acesse o site: Casa do Alentejo.

Depois de vislumbrar o pátio principal, fomos em direção do segundo andar do Palácio Alverca, subimos a escada principal e nos deparamos com uma escadaria que nos leva para o restaurante e para a sala de exposições. Se eu achava que não seria mais surpreendida, me enganei totalmente.

Fui direto para a sala de exposições e me apaixonei pelas pinturas e molduras do teto, pelos vitrais e pelos lustres gigantescos, me senti mesmo num filme, enquanto estava ali, já visualizava o baile, os casais dançando e as roupas da época.

Esse passeio foi uma surpresa, adorei conhecer a Casa do Alentejo. Acho que não tem como descrever a sensação de estar num lugar com tanta história, e minha imaginação voava, como leitora compulsiva, que sou, e que ama história e filmes de época.

Espero que vocês tenham gostado do post e das fotos e ficarei muito feliz com os comentários, deixe um aqui, me conta o que achou. E se você já conhecia, me conta também 😉

Até a próxima!

 

Alugar carro com Drive Now

Alugar carro com Drive Now

Se você mora em Portugal, veio para cá reconstruir a vida e ainda não tem carro, ou até tem, mas o preço alto dos estacionamentos e o trânsito te impelem a deixar o carro em casa, você precisa conhecer o Drive Now.

Uma empresa de Carsharing que surgiu numa parceria entre a Brisa, a BWM e a Sixt, uma das maiores empresas mundiais de rent-a-car

O DriveNow tem espalhados pela cidade uma frota de 211 carros, entre Mini Cooper, BMW série 1 e i3, um carro elétrico. Se você nunca ouviu falar em alugar carro com Drive Now, continue nesse post e veja como é um ferramenta muito fácil de usar e você não sabe o que está perdendo!

 

Você pode alugar carro com o Drive Now para realizar curtos trajetos de passeios, como ir ao shopping, fazer a compra do mercado, atravessar a cidade ou buscar alguém no aeroporto. O conceito de alugar carro com Drive Now, é que você aluga o carro e paga entre 0,29€ a 0,31€ por minuto! Ou então, fecha um dos packs que a empresa oferece.

Para você usar a aplicação, precisa fazer um cadastro. Entre em DriveNow e siga os passos: Você precisa pagar 10€ de inscrição ou ter um código de desconto de alguém que já é ususário, uma amiga que me convidou e eu paguei, aproximandamente, 5€ e ainda ganhei 30 min para começar a conhecer e ver como funciona.

Use meu código: desconto Drive Now. Pague 5€ para realizar o cadastro e ganhe 20 minutos de bonus.

Após se cadastrar, você precisa colocar seus documentos: Carteira de Motorista, Autorização de Residencia e registrar o Cartão de Crédito, feito isso, seus dados vão para análise e depois você receberá um email da Drive Now confirmando seu registro. Além de registrar seus documentos, você precisará definir um código de acesso ao carro, que você usará toda vez que for ligar o carro para realizar suas viagens.

O Drive Now te permite pegar o carro para usar em qualquer área da cidade que esteja dentro do radar DriveNow, ao abrir o aplicativo, ele te mostra toda a região coberta pela empresa, e ao devolver o carro, você precisa estacionar também dentro dessa área.

Então seu registro está concluído e agora vc quer alugar carro Drive Now, o que fazer?

Abre o aplicativo, e através da sua localização, o radar te mostrar qual carro está mais próximo de você. E uma coisa super interessante, cada carro se apresenta: com um nome próprio e dados do veículo para escolher qual você mais se interessa.

                 

Ao escolher o carro, clica em reserve…pronto, você tem 15 minutos para chegar ao carro e começar a viagem. Sendo assim, ao chegar no carro, clique em Desbloquear e você ouvirá o clique da porta sendo destravada.

Entre no carro e entenda como liga-lo, no painel de controle do carro, coloque o código de acesso que você definiu ao realizar seu cadastro, seus dados vão aparecer no painel. Agora para ligar o carro, aperte a embragem e clique no botão start! Agora é só definir sua rota e sair passeando por Lisboa!

Se for para um local fora da área de cobertura, e precisar estacionar o carro, durante o tempo em que estiver parado, você estará pagando os minutos da mesma forma, sendo 0,15€ o minuto. Nesse caso, você nao interrompe a viagem e seleciona a opção “Park e Keep” e feche o carro com a opção “Bloquear”.

Então, o que está achando desse sistema de Carsharing? Não é muito utilizado no Brasil e eu sinceramente, amei! Uso muito!

Se for realizar seu cadastro e começar a usar, me conte nos comentários a sua experiência. Quero muito saber se eu sou a única que ama o DriveNow.

Até a próxima! 

 

Rotunda Marquês de Pombal

Rotunda Marquês de Pombal

Quem mora em Lisboa ou já esteve de passagem pela cidade, sabe como a Rotunda Marquês de Pombal é o principal ponto de circulação da cidade.

É onde a Avenida da Liberdade e a Avenida Fontes Pereira de Melo se encontram, e o metro da linha azul cruza com o metro da linha amarela.

Onde circulam os principais autocarros da cidade, e além disso é de frente para o Parque Eduardo VII, onde acontece feiras, festivais e é a parada principal dos autocarros de turismo de Lisboa.

Praça Marquês de Pombal

O monumento que fica no centro da Rotunda Marquês de Pombal foi inaugurado em 1934, em homenagem a Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal.

E foi planejado pelos arquitetos Adães Bermudes e António de Couto com a colaboração de Francisco dos Santos, Simões de Almeida e Leopoldo de Almeida, que trabalharam nas esculturas.

O monumento tem estátuas e esculturas com simbologias bem diferentes e que acima de tudo representam momentos vívidos pelo Marquês de Pombal devido seu trabalho para a realeza.

É um pedestal em pedra trabalhada com 40 metros de altura e o chão ao redor do monumento é feito de pedras em mosaico, formando um desenho de embarcação.

O Monumento da Rotunda Marquês de Pombal

No topo do monumento está o Marquês de Pombal, olhando para a Baixa, o bairro que ajudou a reconstruir. Ao seu lado está um leão, representando a força da realeza.

No meio está representada Marianne, segurando uma espécie de touca (barrete frígido) sobre a cabeça, que simboliza a liberdade. E nas laterais da escultura de Marianne, está representado as quinas das proas dos Navios que simbolizam a Nação.

A deusa da Ciência, da Indústria e da Arte

No intermédio é a representação da agricultura e a pesca. E atrás do monumento, de costas para o Marquês de Pombal, está Minerva, a deusa da Ciência, da Indústria e da Arte.

Na base do pedestal e ainda mais importante está representada a reforma da Baixa e o busto dos colaboradores do Marquês.

A base do pedestal
Detalhes da escultura

Foi na Rotunda Marquês de Pombal que a Proclamação da República Portuguesa foi declarada em 5 de Outubro de 1910.

E no subterrâneo da rotunda, existe o Túnel do Marquês, que liga a Avenida Fontes Pereira de Melo a autoestrada A5.

Eu sou muito impressionada com a perfeição de cada escultura e como simbolizam tão bem a história que se propuseram a contar. 

O que vocês acham de todo esse patriotismo? Eu confesso que adoro. Como resultado disso temos a história de Portugal muito bem representanda não só neste monumento, como em muitos outros espalhados por toda a Lisboa e pelo país.

Gostaram desse post? Me conta o que tem achado das apresentações que tenho feito da cidade pra vocês?

Até a próxima 😉

 

Chiado

Chiado

O Chiado é o centro de Lisboa, é onde o principal movimento turístico da cidade está concentrado e onde tudo acontece.

A arquitetura é do sec. XVIII e precisou ser reconstruída após o terremoto de 1755. E se você ama praças, estátuas e miradouros por aqui tem várias pra você se perder.

Temos por ali muitos pontos históricos, hotéis, restaurantes, comércios e transportes como o metro, autocarros e o elétrico. Até o Consulado Brasileiro fica nesse bairro.

 

Por ser a área central da para ir pra todos os lados de Lisboa. O metro que está no Chiado é a estação Baixa Chiado que abrange as linhas verde e azul.

E andando, aproximadamente uns 5 a 10 minutos, chegamos ao Rossio, onde também tem a linha verde do metro e a estação de Comboios, de onde sai o Comboio para Sintra.

Eu recomendo que você comece seu passeio no Largo do Chiado. Ao sair do metro se oriente pelas placas com o nome da rua e logo ao lado da saída você já se localiza.

Para a direita do metro, antes de começar a andar na rua, fica o Café “A Brasileira”, onde você pode fazer uma pausa para tomar um café e tirar fotos com a estátua de Fernando Pessoa, que fica na frente do restaurante.

O poeta era um frequentador assíduo do café e sua estátua o representa sentado à mesa na esplanada.

Subindo a rua temos para a esquerda, o cruzamento do Largo do Chiado com a Rua António Maria Cardoso, onde fica o Consulado Brasileiro.

Na esquina dessa rua temos a famosa loja da Hermes, uma das grifes exclusivas da Alta Costura mundial.

Continuando seu caminho, encontramos a praça Luís de Camões, uma das minhas preferidas, até mesmo pela história que ela representa.

No centro da praça está localizada a estátua de Luís de Camões, poeta autor da obra “Os Lusíadas”.

A estátua dele está no topo do monumento e aos pés do monumento é rodeado por 8 estátuas que representam outras personalidades da literatura: Fernão Lopes, Pedro Nunes, João de Barros, Jerônimo Corte e Francisco Sá de Menezes, entre outros.

A calçada ao redor do monumento é feita de mosaicos que formam sereias e naus, uma embarcação que cabiam até 200 pessoas, usadas em viagens de grande percurso até o sec. XV.

  

A praça foi inaugurada em 1867 e é o monumento mais antigo de Lisboa. A partir da praça já começa o Bairro Alto, que é onde se concentram as principais baladas da cidade.

O lugar é tão movimentado que merece um post só pra ele. Aguardem!

Voltando o Largo do Camões, podemos descer a Rua Garret, nessa rua estão situadas lojas tradicionais e lojas de grifes famosas: desde a livraria ou o comércio mais antigo de roupas a joalherias de luxo.

No fim da rua temos o Centro Comercial Armazéns do Chiado. Um prédio histórico de 1279, que precisou ser reconstruído em 1998, após o Incêndio do Chiado.

A Rua Garret faz cruzamento com a Rua do Carmo, onde está localizado o Elevador de Santa Justa e o Convento do Carmo, que fazem parte dos pontos túristicos que não se deve perder numa visita a Lisboa.

Descendo a rua se encontram lojas como a H&M, Zara, Lojas com lembranças de Lisboa pra levar para amigos, Burguer King, Inglot, e muitas outras.

Chegando ao fim da rua, temos o Rossio e toda a Baixa Pombalina, que também os apresento em outros post, afinal são muitas coisas para mostrar.

Esses são só alguns dos pontos principais do Chiado, aos poucos vou mostrando mais pra vocês conhecerem. Espero que tenham gostado!

Até a próxima! 😉